sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Do plural ao singular, tão similar - ao que chamamos...

Eu te chamo, você não vem. Eu clamo, mas não há ninguém... Incompreensível é estar aqui - assim - parada, estática, é simplesmente estar. Já que não compreendo, já que estamos tão distantes que até nos parecemos estranhos - a nós e a nós mesmos - por que razão continuar? Inalcançáveis, incontáveis - tantas foram as vezes e as tentativas. Mas não existe mais ninguém... Nem você, nem eu e nem muito menos a gente. (...)

Do plural ao singular, tão similar, tão simples - a estas coisas que chamamos de nós, tu e eu.

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